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Olá,

Recebi mais um email do tipo “utilidade pública”:

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SAMU – AA EMERGENCIA

Comunicado de utilidade pública

As ambulâncias e emergências médicas perceberam que muitas vezes nos
acidentes da estrada os feridos têm um celular consigo.
No entanto, na hora de intervir com estes doentes, não sabem qual a
pessoa a contactar na longa lsta de telefones existentes no celular do
acidentado.

Para tal, o SAMU lança a ideia de que todas as pessoas acrescentem na
sua longa lista de contatos o NUMERO DA PESSOA a contactar em caso de
emergência.
Tal deverá ser feito da seguinte forma: ‘AA Emergencia’ (as letras AA
são para que apareça sempre este contaco em primeiro lugar na lista de
contatos).
É simples, não custa nada e pode ajudar muito ao SAMU ou quem nos acuda.
Se lhe parecer correta a proposta que lhe fazemos, passe esta
mensagem a todos os seus amigos, familiares e conhecidos.. É
tão-somente mais um dado que registramos no nosso celular e que pode
ser a nossa salvação.

Por favor, não destrua este e-mail! Reenvie-o (sempre usando cópia
oculta) a quem possa dar-lhe uma boa utilidade.

Gente, seguinte, esse email eu segui. Embora muita gente tenha os números “mãe”, “pai” e “casa”, no meu caso, isso e nada é a mesma coisa. Minha casa, sem que eu esteja dentro, geralmente está vazia. Meus pais trabalham em outros Estados… Sendo assim, eu realmente precisava inserir esse AA Emergência, que daí vão ligar diretamente para meu salvador… hi hi hi

É isso.

Abraço!

;)

Atendendo a pedidos…

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O RPG não influenciou NENHUM crime no Brasil

Por Marcelo Del Debbio

Peço a todos os jogadores de RPG que copiem este texto em seus blogs, sites, flogs, comunidades do orkut e onde mais puderem, pois não seremos mais usados como bodes expiatórios por delegados ineficazes, pastores evangélicos, vereadores oportunistas e jornalistas incompetentes.

O texto abaixo dá nome aos bois: às vítimas, aos assassinos e aos oportunistas que usaram os crimes para se promoverem. Chega de notícias distorcidas, incompletas e tendenciosas.

TERESÓPOLIS

Em 14 e 20 de Novembro de 2000, na cidade de Teresópolis (RJ), duas garotas de 14 (Iara dos Santos Silva) e 17 (Fernanda Venâncio Ramos) anos foram estupradas, torturadas e estranguladas com um intervalo de seis dias entre os crimes.

Sônia Ramos, 42, madrasta de Fernanda, a segunda vítima, levantou a suspeita de que as atrocidades pudessem estar ligadas ao jogo porque sua filha (a VÍTIMA, que NÃO jogava RPG) andava na companhia de outros garotos que jogavam GURPS e Vampiro (sua alegação se baseou no fato de que sua filha andava as voltas “com pessoas que se fantasiavam de vampiros”).

Inclusive a polícia chegou a prender injustamente um jogador de RPG, que não vou falar o nome porque o coitado era inocente e não merece ter seu nome publicado, mas que passou quatro dias na cadeia por causa deste absurdo. O verdadeiro assassino das garotas foi preso após o 5o crime, depois da prisão do RPGista; era um cigano e NUNCA sequer passou perto de um livro de RPG.

A imprensa irresponsável, assim como no caso famoso da “Escolinha Base”, foi muito rápida em divulgar versões fantasiosas sobre o “jogo da morte”, mas NUNCA publicou uma linha sequer se desculpando com os 400.000 jogadores de RPG que foram ofendidos em sua moral e prejudicados diante da sociedade.

OURO PRETO

No dia 10 de outubro de 2001, Aline Silveira Soares viajou do Espírito Santo com sua prima e alguns colegas para Ouro Preto para participar da “Festa do Doze”, que é uma espécie de Carnaval fora de hora entre as faculdades da região, com R$40,00 e a roupa do corpo para passar três dias.

Segundo o laudo, Aline consumiu drogas durante o dia anterior ao de sua morte. Esta informação foi confirmada por diversas testemunhas que também participavam da festa, em Ouro Preto (testemunhas que foram solenemente ignoradas pelo delegado Adauto Corrêa após as investigações tomarem o rumo circence). Aline não tinha dinheiro e acreditou que conseguiria fugir do traficante sem pagar pela droga que consumiu, mas no dia de sua morte (14 de Outubro de 2001), foi abordada pelo criminoso no caminho de volta para a república onde estava hospedada (o cemitério fica exatamente no meio do trajeto entre o local da festa e a república). Testemunhas (que também foram ignoradas no inquérito oficial) disseram ter visto Aline conversar com um conhecido traficante da cidade na porta do cemitério algumas horas antes de sua morte.

De acordo com especialistas em crimes relacionados a drogas, Aline provavelmente teria se oferecido para ter relações sexuais com o traficante para pagar a dívida, pois as roupas da garota foram encontradas “cuidadosamente dobradas e dispostas ao lado do local do crime, sem nenhum indício de violência ou de coerção”. Aline tomou o cuidado de deixar suas sobre uma das lápides, dobradas com a jaqueta por baixo, para que não sujassem.

Ainda segundo o laudo oficial da perícia técnica, durante a primeira facada que Aline recebeu, o corpo estava na posição acocorada, popularmente conhecida como “de quatro”. Segundo especialistas em crimes de estupro, o traficante provavelmente teria tentado obrigar Aline a realizar sexo anal, que possivelmente foi rejeitado pela garota, resultando no primeiro golpe com a faca. O traficante, tendo ferido Aline seriamente, não viu alternativa a não ser terminar de matá-la. Para disfarçar, o assassino colocou o corpo de Aline em posição deitada sobre a lápide (pelas fotos da perícia e rastros de sangue, pode-se atestar que o corpo foi movido APÓS a sua morte) para tentar atrapalhar as investigações.

Quando o corpo foi encontrado, os policiais começaram as investigações pelos locais em que Aline se hospedou e em uma das repúblicas foram encontrados alguns livros de RPG, que o delegado, evangélico confesso, classificou como “material satanista”. A partir disto, um vereador oportunista chamado Bentinho Duarte (sem partido) viu nisso uma chance de se promover realizando terrorismo psicológico e, junto com o Promotor Fernando Martins (conhecido por ter tentado proibir a distribuições de jogos como Duke Nuken e Carmagedon), moveu ação contra as empresas Devir Livraria e Daemon editora tentando a proibição de 3 títulos (Vampiro: a Máscara, Gurps Illuminati e Demônios: a Divina Comédia).

Resumindo: um crime que não teve nada a ver com RPG, mas sim com DÍVIDA DE DROGAS resultou até agora na prisão de 4 garotos injustamente (que NÃO são jogadores de RPG, fato comprovado pela mãe da vítima em depoimento ao vivo na rede Bandeirantes de TV) e um completo show de aberrações e absurdos na mídia.

GUARAPARI

Polícia Civil do Espírito Santo prendeu, na noite de 12 de Maio de 2005, dois acusados pelo assassinato do aposentado Douglas Augusto Guedes, da mulher dele, a corretora de imóveis Heloísa Helena Andrade Guedes, e do filho do casal Tiago Guedes, em Guarapari. Os corpos dos três foram encontrados amarrados e deitados em camas no dia 5 de maio. Na mesma data, eles foram sepultados.

O delegado da Divisão de Homicídios de Guarapari, Alexandre Linconl, evangélico, disse ao Portal Terra que os assassinos MAYDERSON DE VARGAS MENDES, 21 anos, e RONALD RIBEIRO RODRIGUES, 22, confessaram que eles mataram a família motivados pelo jogo, mas essa “confissão” não ocorreu imediatamente após o crime.

O crime que Mayderson e Ronald cometeram é o de LATROCÍNIO QUALIFICADO E PREMEDITADO, ou seja, mataram para roubar de uma maneira cruel e sem dar chance de defesa às vítimas, com premeditação. Esse é um crime hediondo, sendo julgado e condenado diretamente por um juiz criminal. Ambos os acusados já tinham ficha criminal (ambos estão respondendo processo por Porte ilegal de Arma).

O que o advogado de defesa da dupla estava fazendo era alegar que eles cometeram o crime influenciado pelo jogo e, com essa ação, tentar reverter o crime para Homicídio Simples, baseado no tal jogo que ninguém sabe o que é. Com isso, os assassinos iriam para um júri popular, que poderia ser muito bem influenciado por todo esse novo circo que a mídia sensacionalista armou e, jogando a culpa em cima do RPG, poderia até inocentar os “pobres coitadinhos vítimas do jogo” Mayderson e Ronald…

O que tem de ficar bem claro é o seguinte: os criminosos entraram na casa, apontaram armas para Tiago e sua família, doparam a família sob a mira do revólver, levaram o garoto até o caixa eletrônico onde roubaram R$ 4.000,00 de sua poupança e depois executaram friamente a família com tiros na cabeça, para não serem reconhecidos. A história do “RPG” só apareceu dois dias depois que os assassinos foram capturados pela polícia, sob orientação do advogado de defesa da dupla.

É bom lembrar, já que a mídia “esqueceu”, que, graças à intervenção da Daemon Editora e da conversa de Marcelo Del Debbio, escritor especialista em Role Playing Games, com o delegado de Guarapari ao vivo em uma entrevista na Rede Bandeirantes de TV, o advogado de defesa da dupla abandonou o caso, deixando os dois criminosos sem advogado à espera de um defensor público.

Com estes textos, podemos começar a nos defender dos três falsos “crimes do RPG”. Já está na hora destas informações serem passadas para jornalistas sérios que queiram nos ajudar a fazer a verdade aparecer.

Leia a versão original aqui no NERD SOMOS NOZES!!!

Dicas Rapidinho…

Olá!

Detalhe que tou sem tempo novamente…

Então, vim aqui repassar uns links legais.

Cinco dicas que não faz um TOP 5, mas são bacanérrimas!


1º Blog do Professor Maurício Gentil (Clique aqui!!!)

Infelizmente, Maurício Gentil não foi meu professor nem em Constitucional I e nem em Constitucional II. Penei com professores incompetentes, mas… De longe eu conheço a fama do cara: genial. Sendo assim, tou linkando aqui o blog dele!

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2º Blog O Closet (Vai lá!)

Esse é o blog da Maneca. Maneca diz que ela é “publicitária, consultora de imagem, produtora de moda, arteira, mil e uma utilidades”. Convencida a conhecer o blog dela?

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3º Capricha no Make (Já conhece???)

Esse é um espaço do blog da Capricho que DEVE ser visitado. Tem várias diquinhas legais de make…

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4º Revista Gloss (Clique aqui!!!)

Não é adulta, mas também não é adolescente… Então, você é GLOSS!!!

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Revista TPM (Vai ver logo!!!)

Leu a frase aí em cima? Se identificou? Então, aproveita e visita a revista TPM também! Eu adoro!!!

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Fuuuuuuiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!

Abro o MSN e encontro a Mia, uma das pessoas mais fofas que conheci em vida (Aff… Parece que morri!), com a frase mais melosa do mundo enaltecendo todos os dotes do Mr. R. Patz… Sim, o vampirinho mais lindo desse geração: Robert Pattinson.

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Dentre muitas milhões de coisas que falamos sobre essa preciosidade inglesa, a Mia me diz que está bolando uma noite vampiresca (com gritinhos) para as amigas lá em Brasília. Uma pena que não vou poder participar, mas… Lógico que topei na hora  ajudar quando ela me pediu para indicar filmes com vampiros lindos, digno de gritinhos e coisa e tal…

Foi beemmmm difícil, viu? Notei que os filmes investem em mulheres bonitas, mas deixam os gatchinhos de lado. Qual será razão??

Gente, lembrei de filme até com vampiro careca! Uó…

Como é que eles serão incrivelmente enigmáticos e dignos de terem mulheres implorando por serem mordidas sendo velhos, caquéticos, carecas e coisa e tal… Eu sei que há mulheres que curtem, mas não é a maioria, né? Vampiro com barriguinha também não rola…

(Dá pra ser mais fútil???)

Anyway…

Vamos à lista??????????

Além dos filmes Crespúsculo (Twilight, 2008) e Entrevista com o Vampiro (Interview with the Vampire: The Vampire Chronicles, 1994), que a Mia já tem em sua lista de filmes para ver pela lógica importância no quesito “elevado grau de beleza masculina do elenco”, indico:

1. A Rainha dos Condenados (Queen of the Damne, 2002. Dirigido por Michael Rymer)

A razão:

Ele seria minha indicação perfeita para viver Dorian Gray no cinema

Ele seria minha indicação perfeita para viver Dorian Gray no cinema

2. Drácula de Bram Stoker (Bram’s Stoker Dracula, EUA, 1992. Dirigido por Francis Ford Coppola)

Razão:

Tem pra todas as idades…

Sexy Old-man

Sexy Old-man

Sexy young man

Sexy young man

3. Blade – O Caçador de Vampiros (Blade, 1998. Dirigido por Stephen Norrington)

Eu achava o Stephen Dorff lindo de morrer (Alguém assistiu ao filme “So Fucking what (1994)”??!!!)…

Ele faz o vilão mimado Deacon Frost do primeiro Blade…

Por onde anda????????

Por onde anda????????

Acabei de ver que ele estáem Public Enemies (Filme que eu tenho certeza que vai dar o Oscar de Melhor Ator a Johnny Depp!)

4. Blade Trinity (2004. Dirigido por David S. Goyer)

Blade Trinity tem o noivo de scarlet johanson fechando…

Não é meu tipo, mas tem quem goste...

Não é meu tipo, mas tem quem goste...

Em Blade II até que há atores bonitinhos, mas eles estão todos disfarçados de homens sujos e feios… ;(

5. Garotos Perdidos (Lost Boys, 1987. Dirigido por Joel Schumacher)

Gente, é datado, mas eu assisti demais esse filme na Sessão da Tarde! huahauha

Razão:

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4. Van Helsing – O Caçador de Monstros (Van Helsing, 2004. Dirigido por Stephen Sommers)

A razão:

Bem... Ele até que usa bastante roupa nesse filme. Imagine Wolverine que tudo fica bem...

Bem... Ele até que usa bastante roupa nesse filme. Imagine Wolverine que tudo fica bem...

Bem, essa é minha lista. Fiquem aí orando para que Holywood invista mais em vampirinhos bonitinhos… hi hi hi

A fofa da Priscila, irmã do meu amigão Dieguito, que me abandonou e está assistindo a todos os shows dos nossos sonhos pop/rock’n'roll lá pelas bandas de Londres, decidiu mostrar ao mundo seus dotes artísticos…

Querem ver verdadeiramente lindas sandálias personalizadas?

Clique na Imagem!!!!!!!!!!!!!

Topo MALAWI FINAL

Demorei a fazer, né? Mas ele voltou….. Meu Top 5!!!!!!!!!!

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TOP 5 Melhores Produtos

para quem tem Cabelos Crespos!!!!!!!!!!

Dentre milhões de incertezas, uma coisa nesse país é certa: quem tem cabelo crespo sofre de montão! Primeiro, o problema está logo nos salões de beleza, dos mais granfinos aos mais simples, cheios de profissionais que não têm noção do que fazer com as meninas que têm cabelos crespos. Se você vai dar uma escova, sai do salão com o cabelo duro, esticado, cheio de óleo… Se vai dar relaxamento, é capaz de ver seu cabelo cair!!! Hidratação? Ou usam aquelas “específicas para cabelo crespo”, que deixam sua cabeça parecendo uma lata de óleo, ou usam hidratações para outros tipos de cabelos, sem bem um critério específico, que não fazem muito efeito…

Segundo, o problema também está nas empresas fabricantes, que dificultam a vida dos funcionários dos salões… Olha, vou te contar, é mais fácil encontrar produtos legais para cabelos lisos servindo para cabelos crespos do que nas próprias linhas de produtos feitos para quem tem cabelo crespo! Afff…

Eu particularmente, em 26 anos de vida, só encontrei duas pessoas que conseguiram deixar meu cabelo bonito, com brilho, esvoaçante, bem Farrah Fawcett (R.I.P), que sempre adorei: Dona Rosa e minha tia, Marlene. Rosa cuidou do meu cabelo durante toda a adolescência e juventude. Já minha tinha cuida dos meus cabelos da minha juventude até hoje… De vez em quando vou lá em Rosa dar uma relaxamento, uma hidratação mais profunda, etc… É mais para vê-la mesmo que pra qualquer outra coisa! hauhaua

Uma vez comentei aqui no blog que quase não usava produtos pelo fato de que tudo era feito no salão, mas, algumas coisinhas eu  tive que usar sim… Vamos a elas????

1. Shampoo e Condicionador Dove Advanced Therapy Anti-Quebra

Eu já usei todos os tipos de shampoo e condicionador que imaginarem… Do Frutis ao Seda, do L’oreal ao Ox, da Phytoervas sem sal àqueles (nem lembro o nome) que só vendem nos salões. De todos, os que obtive resultados mais rápidos, inclusive por ter usado durante todo o último mês, foram esses da linha Dove Advanced Therapy.

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Como percebi assim tão rápido que a linha é boa? Inventei de fazer uma escova progressiva/marroquina que acabou com meu cabelo (Não esperem fotos…). Para vocês terem uma idéia, quando passava os dedos nos cabelos, vinham pedacinhos dele… Chorei que só. Na verdade, os últimos meses foram só de choro. Affff… Meu cabelo ficou parecendo palha!!!! Nas duas primeiras semanas após a tragédia (que me custou R$300,00 – ainda tou pagando – e destruiu meu cabelo), dei uma hidratação de mel (Gratuita. A dona do salão que bancou pelo fato de que ninguém tem idéia da razão da tal escova não ter dado certo em meu cabelo). Quando acabou a fase gratuita, e não tendo dinheiro para investir em mais hidratação, só me restou cuidar dos cabelos em casa. Fui ao supermercado e comprei essa linha da Dove… Tá dando certo…

De qualquer maneira, as meninas que têm cabelos crespos sabem que, normalmente, nosso cabelos quebram bastante… Vale a pena testar.

Além da linha de shampoo e condicionador, comprei outra coisa…

2. Máscara de Tratamento Dove Dano Acumulado Therapy (Com serum reparador)

Bem, após usar o shampoo e o condicionador, aplico (ainda estou usando) essa máscara. São só 3 minutinhos, ainda durante o banho. Pode apostar, assim que aplicar, dependendo do tamanho do dano, você vai sentir seu cabelo mais macio. Eu senti.

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Com cabelos que acumulam relaxamento, condicionador colorante, escova e chapinha, escova marroquina mal feita, entre outros, eu bem sei o que significa dano acumulado! huahauha

3. Creme de Tratamento L’oreal Elsève Colorvive

Bem, acho que pela foto do próprio blog, e algumas espalhadas por aí, dá pra perceber que além de me submeter a relaxamento, escovas e chapinhas mil, eu ainda uso condicionadores para mudar a cor do cabelo, né? Pois é… Então, nessa história, não tenho como viver trocando de cor… Preciso, de qualquer forma, manter a cor escolhida pelo maior tempo possível.

Passeando pelo supermercado, achei esse creme e achei que ele é bem legal.

Não achei fotinha legal na net e coloquei essa... Mas, o creme que uso tem potinho vermelho, viu? É o específico para prolongar a cor!

Não achei fotinha legal na net e coloquei essa... Mas, o creme que uso tem potinho vermelho, viu? É o específico para prolongar a cor!

Meu cabelo agora está num tom chocolate… Tirei a vermelhidão para poder esconder o quanto ele está estragado. Funcionou legal. A cor natural do meu cabelo é mais clara (Meu pai tem o cabelo vermelho). Ou seja, daqui a uns meses terei que retocar… Eu tou querendo dar uma de Beyoncé e ficar meio galega… Que acham????

4. Protetor capilar Hair Dress Nutrat (Uso diário)

Esse eu uso com o único e exclusivo objetivo de proteger os cabelos antes de dar escova. Ou seja, não uso diariamente.  Ele é perfeito para proteger os cabelos crespos do calor do secador. Agora, não uso antes de passar a chapinha…

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E qual a razão de não usar antes da chapinha??? Eu detesto o cheiro dele… Tem um cheiro de óleo, de comida… Sei lá. O que importa é que o cheiro é enjoativo demais!

O que faço é o seguinte: uso esse creme da Nutrat antes de dar escova. Mas, entre a escova e a chapinha (ou baby liss) eu uso um reparador de pontas que tenha um cheiro gostosinho (Meus preferidos são os que têm cheiro de morango ou chocolate).

Por fim…

5. Máscara Hidratante Pytorevive (Phytoervas) – para cabelos ressecados e danificados

Essa estou usando uma vez por semana…

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O cheiro é delicioso… Eu chego a me arrepiar só de lembrar… Logo após o uso, o cabelo fica molinho, molinho. Eu adoro. Eu conheci essa máscara bem há uns 4 ou 5 anos. Mas, como nunca tive paciência de cuidar dos cabelos em casa, acabei meio que “esquecendo”. Agora, quando a necessidade bateu, voltei a usá-la. Vou ver que consigo mantâ-la mais na minha vida agora…

cuidado

1 PRODUTO PARA NÃO USAR NUNCA!

Óleo Relaxante Natural Afro (Desembaraçante de resultado imediato) – Vita Derm/Vita Afro

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Se alguém oferecer esse produto a vocês, por favor, saiam correndo! Primeiro, eu não sei quem foi que inventou que óleo é bom para desembaraçar cabelo crespo… Esse troço deixa o cabelo uma palha! Fora isso, o cheiro é HORRÍVEL! Tem cheiro de óleo de cozinha, minha gente!!! Eu comecei até a imaginar que o dono da empresa, ou as pessoas que desenvolveram esse troço, odeiam pessoas negras…

Sério… Quem em sã consciência criaria um produto tão sem cuidados, tão sem mimo, pragente??? Só quem nos detestasse!

Como esse negócio veio parar em minhas mãos? Bem, teve um período em minha vida que meu cabelo e minhas unhas estavam horríveis (vim saber depois que eram os policistos). Desesperada, saí testando um monte de coisas para ver se funcionava. Comprei esse produto por indicação da moça do quiosque da Vita Derm que tem no shopping aqui da cidade. O problema é que nem testei… Levei o produto (caro, por sinal. Mais de R$30!!!) pra casa sem nem saber o cheiro como era… Outro problema foi que demorei muito pra abrí-lo e testar… Coloquei no banheiro e só um tempão depois é que fui fazer um teste. Detestei de cara!!!!

Qual a razão de não ter jogado fora ainda? Bem, não tive coragem de dar. Acho que ninguém merece receber esse produto como “presente” e, no final das contas, ele é ótimo (quando usado em pouquissima quantidade) para finalizar o babyliss. Então, uso-o antes de passar o reparador de pontas cheirosinho…

Foi o jeito.

Ainda tem muito, mas muito óleo dentro da embalagem…

P.S: Em outubro do ano passado eu contei do meu amor por Michael Jackson aqui no blog. Então, só quero dizer que ele foi especial demais durante minha infância e adolescência… Se eu aprendi inglês foi para entender o que ele falava… Sozinha, com meu dicionário. Se eu levantava a cabeça e saia à rua, para enfrentar o mundo, foi pelo fato de que ele me dizia, por meio de suas músicas, que isso era possível. Ele se foi. Mas, assim como sempre fiz, nos dias de tristeza, vou colocar MJ bem alto e cantar como louca! huahauahu ;)

O Rei do Pop  se foi e nunca mais vai exitir outra pessoa igual.

Não vai existir outro que cante, dance, escreva, crie, inove, como ele fez…

We Can Sing Songs Of
Yesterday”

I Love You, MJ!

Tchau!

MichaelJacksonDancando1

Então, me ex-chefinho, o jornalista Marcos Cardoso, diretor de redação do Jornal da Cidade, excreveu o que considero o melhor e mais direto artigo sobre a decisão do STF em seu blog na Infonet. Vou transcrever aqui:

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De jornalistas, cozinheiros e poetas

21/06/2009 – 17:42

As redações da imprensa aracajuana de pouco mais de duas décadas atrás, dentre os indiscutivelmente bons, abrigavam trabalhadores que podiam ser chamados de qualquer coisa, menos de jornalistas. Havia o que andava com um gravador enorme debaixo do braço, pegando carona nas entrevistas com os políticos para, depois, entregá-lo a um coleguinha para transcrever a fita, porque ele mesmo não sabia transformar uma declaração em texto jornalístico. E havia o que, na cobertura policial, mal sabia copiar os precários boletins policiais.

Havia inúmeros absurdos como esses que o mercado depois tratou de depurar. Mas não haveria mão-de-obra qualificada disponível para a reposição e ampliação necessárias se não existissem os cursos superiores de jornalismo. Primeiro a Unit (na época ainda Faculdades Integradas Tiradentes) e logo depois a UFS, desde que começaram a colocar no mercado novos profissionais de comunicação, em meados dos anos 80, os cursos dessas duas instituições de ensino mudaram a face do jornalismo em Sergipe.

Os bons profissionais do passado, da época que ainda não havia curso de jornalismo, sobreviveram porque conquistaram o reconhecimento público, pelo que desempanham na profissão, e legal, através do provisionamento. Mas hoje as modernas redações são povoadas e em muitos casos comandadas por jornalistas oriundos dos cursos. Não é sem razão que três dos quatro jornais sergipanos têm como diretores de redação profissionais formados na universidade, inclusive este que assina esta coluna. E, até por exigência mercadológica, a qualificação não pára: muitos coleguinhas têm buscado cada vez mais os cursos de pós-graduação e dominar outra língua, além do português. A hora é de estudar, e estudar mais.

ESTE É UM ARGUMENTO QUE OS SENHORES MINISTROS do STF não observaram quando decidiram desregulamentar uma profissão por si só já desvalorizada: os cursos de jornalismo, que também existem para promover a pesquisa e provocar o debate, qualificaram e modernizaram a imprensa no Brasil, e essa mudança para melhor é mais visível longe do eixo Rio-São Paulo-Brasília. Principalmente longe da chamada grande imprensa, patrocinadora dessa ação que culminou com o julgamento do STF na quarta-feira. A grande imprensa, à frente a Folha de S. Paulo, defende que jornalismo não é função específica de jornalista, mas pode ser assumida por um médico, por um professor, por um ex-jogador de futebol…

Os ministros chegaram à conclusão de que a obrigatoriedade da exigência do diploma de jornalismo é inconstitucional porque fere a liberdade de imprensa e contraria o direito à livre manifestação do pensamento. Ora, então será mais livres para se expressar quem passar a atuar como jornalista, ao invés de colaborar com opiniões, comentários e artigos? Porque com a liberdade de expressão que, felizmente, existe hoje no Brasil todos podem se manifestar à vontade. O JORNAL DA CIDADE, por exemplo, está aberto a qualquer um que queira escrever e manifestar sua opinião.

O MINISTRO GILMAR MENDES, RELATOR DO RECURSO extraordinário, deu um voto contraditório e equivocado. Ele ressaltou a importância da qualificação técnica para o exercício cotidiano do jornalismo — com técnicas de reportagem e de redação — e por isso os cursos deveriam, na opinião dele, continuar existindo. No entanto, comparou a carreira a outras em que o diploma universitário não é condição exclusiva para que o profissional domine a técnica, como é o caso daqueles que trabalham nos ramos de cozinha, desenho, marketing, moda, costura e educação física. “Um excelente chefe de cozinha certamente poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima o Estado a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área”, comentou.

Senhor ministro, cozinheiro e jornalista são coisas completamente distintas. Com todo respeito à nobre e salutar categoria, que contribuição os cozinheiros deram para a democratização do Brasil? Além de ser uma atividade intelectual, para aprender a captar e registrar os fatos, do jornalista é exigida uma preparação que só os cursos superiores específicos podem assegurar.

Na sexta-feira, o jornalista Diógenes Brayner escreveu um acertado artigo no qual lembrou que, antes dos cursos de jornalismo, os jornais tinham em seus quadros advogados, professores e autodidatas. “Todos eles diletantes. Não registravam fatos. Escreviam longos e estafantes artigos, geralmente se opondo a posições de outros. Os jornais serviam para o debate louco de ideólogos sem causa. E por estarem sempre presentes nas páginas e escreviam gratuitamente para massagear o ego, eram chamados de ‘jornalistas’”.

E prossegue o Brayner, com sua opinião acertada: “Quem estiver pensando que será jornalista apenas porque sabe escrever, pode procurar outra profissão. O repórter é aquele que sabe fazer a cobertura de um acidente, como o do Airbus da Air France, que desapareceu no mar”.

Aproveitando a sugestão, acrescento: senhores literatos, senhores líricos, escrever poesia é diferente de apurar, investigar, checar informações e redigir com a técnica exigida à boa informação da matéria jornalística.

LaLocan shoes!

Só eu não parei de olhar para esses sapatinhos lindos?????????

Fotinho tirada do Perez Hilton.com

Im in love......

Faz tanto tempo que não compro sapatos que ando delirando…

P.S: Mãe, não esqueça minha Caloi!!!!!!!!!!

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heartwhoogas

Então, os dois últimos dias não foram nada legais pra mim. Baixou a doida no meu estômago e lá  fui eu baixar a doida no hospital.  Acordei com dores insurportáveis. Chorei feito meninha. O pior de tudo é que, estando só, ficava quase impossível dirigir.  Fiquei com medo de bater o carro. Sei lá…

A solução foi tomar um montão de remédios (Mylanta e Buscopan para desconforto abdominal) e esperar o horário de almoço de Felipe para ele poder me levar até o hospital.

É… Dureza. Quando consigo superar alguns problemas, outros surgem. Estou, inclusive, tentando, nesse momento, agendar um gastro para a próxima semana. O chato é que as dores não passaram. Estão apenas menos intensas…

(Estou cada dia mais convencida de que não vou aguentar mais um ano sozinha. É ruim demais… Se eu desmaiar aqui, agora, só Felipe vai me encontrar, lá por volta das 17h, que é mais ou menos o horário que a gente se fala).

Anyway,

Depois do hospital…

Chego em casa…

Ligo a TV…

Acho que vou relaxar…

O que vejo?

STF considera inconstitucional exigência de diploma para o exercício da profissão de Jornalista

Meu diploma morreu.

Meu diploma morreu.

No primeiro momento, veio o vazio. Depois, o ódio. Por fim, a aceitação misturada com a revolta. Dois textos, de colegas jornalistas daqui do Estado, resumiram perfeitamente o que estou pensando. Sendo assim, vou publicá-los agora.

1º Nota Pública do Sindijor/SE

A direção do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Sergipe (Sindijor/SE) vem a público esclarecer:

1 – Os jornalistas brasileiros enfrentam neste momento uma das piores situações da história da profissão no Brasil. O Supremo Tribunal Federal (STF), por maioria, acatou, na última quarta-feira (17/6), o voto do ministro Gilmar Mendes considerando inconstitucional o inciso V do art. 4º do Decreto-Lei 972 de 1969 que fixava a exigência do diploma de curso superior para o exercício da profissão de jornalista. Outros sete ministros acompanharam o voto do relator, entre eles o sergipano Carlos Ayres de Brito.

2 – A decisão é um retrocesso institucional e acentua um vergonhoso atrelamento das recentes posições do STF aos interesses da elite brasileira e, neste caso em especial, ao baronato que controla os meios de comunicação do país. A sanha desregulamentadora que tem pontuado as manifestações dos ministros da mais alta corte do país e que interessa ao setor privado consolida o cenário dos sonhos das empresas de mídia e ameaça as bases da própria democracia brasileira.

3 – A desregulamentação total das atividades de imprensa no Brasil não atende aos princípios da liberdade de expressão e de imprensa consignados na Constituição brasileira nem tampouco aos interesses da sociedade. A desregulamentação da profissão de jornalista é, na verdade, uma ameaça a esses princípios e, inequivocamente, uma ameaça a outras profissões regulamentadas que poderão passar pelo mesmo ataque, agora perpetrado contra os jornalistas.

4 – O voto do STF humilha a memória de gerações de jornalistas profissionais e, irresponsavelmente, revoga uma conquista social de mais de 40 anos. Em sua lamentável manifestação, Gilmar Mendes defende transferir exclusivamente aos patrões a condição de definir critérios de acesso à profissão. Desrespeitosamente joga por terra a tradição ocidental que consolidou a formação de profissionais que prestam relevantes serviços sociais por meio de um curso superior.

5 – O presidente-relator e os demais magistrados, de modo geral, demonstraram não ter conhecimento suficiente para tomar decisão de tamanha repercussão social, fazendo, inclusive, comparações descabidas entre profissões distintas a dos jornalistas. Sem saber com clareza o que é o jornalismo e as suas especificidades, mais uma vez – como fizeram no julgamento da Lei de Imprensa – confundiram liberdade de expressão e de imprensa e direito de opinião com o exercício de uma atividade profissional especializada, que exige sólidos conhecimentos teóricos e técnicos, além de formação humana e ética.

6 – O Sindijor/SE esclarece que a decisão do STF eliminou a exigência do diploma para o acesso à profissão, mas que permanecem inalterados os demais dispositivos da regulamentação da profissão. Dessa forma, o registro profissional continua sendo condição de acesso à profissão e o Ministério do Trabalho e Emprego deve seguir registrando os jornalistas, diplomados ou não.

7 – A absurda decisão do STF não alcança aos jornalistas profissionais e nem a atividade jornalística, mesmo ocupada por pessoas sem condições para exercê-la. O Sindijor/SE esclarece que continuam intactas suas conquistas históricas, como o piso salarial, a jornada diferenciada de cinco horas e a criação dos cursos superiores de jornalismo, conquistas da categoria e reforçadas em Convenção Coletiva, que tem poder de lei. Em que pese o duro golpe na educação superior, os cursos de jornalismo poderão seguir capacitando os futuros profissionais.

8 – O Sindijor/SE vai esperar a publicação do Acórdão do STF sobre a decisão, mas já adianta que vai tomar uma série de medidas para superar esse golpe contra os profissionais e contra a sociedade, como acompanhar e divulgar para toda sociedade os veículos de imprensa que estão contratando jornalistas não diplomados, estimular que estudantes que estão no curso superior em Jornalismo ingressem com várias ações reparadoras contra a União; pressionar parlamentares federais para que apresentem Proposta de Emenda Constitucional que restabeleça a regulamentação da profissão de jornalista com exigência do nível superior; entre outras.

9 – O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Sergipe tomará todas as medidas possíveis para rechaçar os ataques e iniciativas de desqualificar a profissão, impor a precarização das relações de trabalho e ampliar o arrocho salarial existente.

10 – Neste momento crítico, o Sindijor/SE, como sempre fez nos últimos anos, conclama mais uma vez toda a categoria e os estudantes a mobilizar-se em torno do sindicato. Somente a nossa organização coletiva, dentro da entidade sindical, pode fazer frente à ofensiva do patronato e seus aliados contra o jornalismo e os jornalistas. Também conclama os demais segmentos profissionais e toda a sociedade para que intensifiquem o apoio e a participação na luta pela valorização da profissão de jornalista, tão necessária à manutenção de uma sociedade democrática.

Direção do Sindijor/SE

Aracaju/SE, 19 de junho de 2009

CARTA À HELOISA HELENA:

AYRES BRITO E A APUNHALADA NO JORNALISMO BRASILEIRO

Por Grace Melo*

Aracaju, 17 de junho de 2009

Querida Heloisa Helena,

Eu, assim como outros milhões e milhões de brasileiros, sou sua grande fã. Este fato se tornou para mim um grande problema, pois estou ficando velha, e um dos principais sintomas, um efeito colateral, uma das marcas do tempo em mim é a impaciência; não tenho muito a perder com lenga-lenga e churumela, ainda mais alimentando sonhos que nunca se concretizam e que ‘quando se’, terminam em grande desapontamento.

Escrevo para lhe dizer que o objetivo real desta modesta carta é pedir à senhora que me decepcione logo. Pare de tanta enrolação. Não agüento mais olhar para você como símbolo maior de uma pátria que um dia poderia vir a ser, com políticos do seu estipe no poder, verdadeiramente uma mãe gentil. Quando penso em político honesto, ou em gestor público comprometido verdadeiramente com o povo e suas necessidades, visualizo única e exclusivamente o seu semblante, lembro de toda força que existe em você, às vezes discretamente escondida sob seu sorriso terno. Uma mulher doce e angelical e uma onça pintada; duas em uma, utilizadas distintamente, cada qual na ocasião certa. Vamos Heloisa! Estou cansada dessa tal de esperança. Essa palavrinha que vai de encontro ao ‘medo’ em campanhas de certos políticos ex-amigos seus, só se mantém acesa em mim quando penso em você sentada na mais confortável das cadeiras do Palácio do Planalto.

Veja Heloísa, decepcionar-se com quem está no poder é coisa comum. Por exemplo: aqui em Sergipe tinha um político que, assim como você, alimentava a esperança de que essa terra tão pequena chamada Sergipe poderia ser o Estado brasileiro perfeitamente administrado, um modelo a ser seguido por todo o país. Uma terra comandada por uma triarquia infalível, montada em corcéis negros, espada em punho galopando contra o mal, a opressão, a corrupção, a fome, a miséria, a insalubridade, contra a indignidade, contra o medo que trucida diariamente a vida do povo brasileiro. O triunvirato está prestes a se desfazer e hoje, por aqui, pouca coisa mudou para melhor. Uma crise de imagem assola o gestor perfeito que anda tirando o poder de seus melhores amigos; a opinião pública dá mostras de que a impaciência anda vencendo a esperança. Isso acontece quando se promete muito, cria-se muita expectativa, sobe-se muito alto. Decepção, insatisfação e queda idem.

Mas, o pior nem foi isso Heloisa, pois essa decepção aí se deu aos poucos, ao longo de dois anos e meio. O pior foi que um outro sergipano, de caráter, conduta e moral ilibadas, um super homem de verdade, impoluto, intemerato, íntegro, ilibado, honrado, símbolo da justiça na acepção da palavra, me decepcionou profundamente, mas tão profundamente, como jamais pensei que pudesse me decepcionar deste modo com um homem público. Quem um dia poderá escrever que ‘Um Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) destroçou a minha esperança no próximo’? Jamais alguém pensa em escrever algo desse tipo, utilizar essas palavras. Mas hoje Heloisa, o senhor Carlos Ayres Britto, por quem mantinha uma profunda admiração (comparável apenas com a admiração que ainda tenho por você), votou a favor da morte do jornalismo brasileiro. Estudou, julgou, condenou e enforcou a profissão mãe da liberdade nos Estados democráticos de direito deste planeta. Agora Heloisa, graças também a Carlos Britto, que não é parlamentar, mas que eu tinha como meu representante no STF, bateu o martelo para que qualquer cidadão possa auto intitular-se jornalista. Para Britto, ser jornalista é questão de vocação. Graças a sua opinião, qualquer um poderá criar um jornal, escrever ‘matérias’, reportagens, entrevistar, assessorar, ser jornalista . Diploma para quê? Como ele mesmo disse “o jornalismo é uma atividade que se disponibiliza sempre para os vocacionados [?], os que tem pendor individual para a escrita [?], a informação, os que tem o olho clínico [?]”.

Quando li essas palavras lembrei que meu pai ainda pagava os mais de 400 reais de mensalidade do meu curso na Universidade Tiradentes quando o então coordenador de jornalismo, professor Alan Barreto, saiu de sala em sala colhendo assinaturas para que o advogado sergipano Carlos Ayres Britto fosse nomeado Ministro do Supremo. Assinei com orgulho e, lógico, nenhuma esperança (olha a maldita da palavra aqui de novo). Imagine a minha felicidade de ver então este homem assumindo o cargo? Imagine então o tamanho da minha decepção com este senhor que afirma por entrelinhas que eu Grace Melo, que passei quatro anos sentada numa cadeira de universidade, além das pós-graduações, tenho a mesma capacidade de um cidadão que não cursou sequer o ensino médio para escrever uma matéria jornalística?

Hoje, Heloisa Helena, me sinto completamente desqualificada, sinto como se tivesse jogado mais de cinco anos de vida no lixo, sinto que perdi o meu tempo, o da minha família, perdi muito dinheiro, muitos neurônios estudando para ver um dia meia-duzia de Brittos da vida jogarem a minha profissão por um ralo nefasto e fétido deste país que só congratula a corrupção, só premia escrotos, auxilia e dá poder, dinheiro, fama, brilho e sucesso a quem se submete a um sistema putrefato de troca de favores.

Hoje escrevo aqui não mais como jornalista. Expresso nesta carta não a opinião de uma profissional, mas de uma cidadã desesperançada que trabalha quatro meses do ano apenas para pagar impostos que sustentam as muitas baixarias que colegas meus denunciam diariamente em veículos de comunicação sérios e comprometidos com o jornalismo verdade, o jornalismo cidadão, assim como ele deveria ser. Eu Heloisa, que há tempos andava amuada, decepcionada e sem vontade nenhuma de escrever, eu, que agora sou apenas mais uma dona de casa com um pedaço de papel intitulado de diploma sem nenhum valor apregoado na parede, tive a certeza de que um dia irei me decepcionar com você também. É por isso que hoje lhe escrevo e peço encarecidamente: por favor, abrevie meu sofrimento Heloisa Helena, me decepcione o mais rápido possível. É só o que falta para que eu e meu marido coloquemos nossos filhos debaixo do braço para tentar cruzar a fronteira do México com os Estados Unidos.

*Grace Melo era jornalista profissional. Atualmente é dona de casa, mãe de dois filhos e cursa Letras Português – Inglês para um dia ter um diploma de verdade e ser alguém na vida.

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É isso, meu povo…

Doente, só me resta, após terminar minhas atividades (são 15h10 e ainda estou aqui, presa ao laptop), correr para a universidade a fim de buscar minha nota de Processo Civil IV e saber se, finalmente, passei para o próximo estágio da minha graduação em Direito.

bjos.

P.S: Ainda continuo pedindo perdão a todos que não estou dando a devida atenção. É que as coisas estão ruins mesmo… Se alguém por aí vive só, deve saber do que estou falando. Sei que Felipe é mais que um namorado e, falando assim, até parece que não tenho apoio dele. Se ele ler isso aqui, vai até ficar com raiva de mim. Mas, não é isso. Ele trabalha pela manhã e pela tarde, à noite tem universidade e ainda tem a banda. Ele faz tudo que pode, sempre liga, sempre me ajuda e foi, inclusive, quem chegou tarde ao trabalho para poder me deixar no hospital. Coisas que meus pais (nem ninguém da minha famíília) nunca fizeram. Pra falar a verdade, o povo só vai saber que fiquei doente quando chegar a conta do plano de saúde. huahau

Afff.. Tou muito sensível!

Então, eu tive que fazer um artigo sobre a WEB 2.0 para uma disciplina da pós-gradução. A professora deixou BEM CLARO que não era um artigo científico e que tinhamos liberdado criativa.

Beleza.

Fiz o meu artigo de uma maneira completamente diferente do que eu sei que ela estava esperando. Queria seguir uma outra vertente. Optei por uma linha didática, meio infantil, até…

Beleza.

A professora disse que adorou o artigo, adorou a argumentação, disse que o mesmo condizia completamente com os debates relacionados à disciplina, mas, simplesmente tascou um 1,8 no meu boletim.

O artigo valia 2,0.

Aí deixou de ficar beleza!!!!!!!!!!!!!

Fiquei chateada e perguntei a razão. A dona professora explica que gostaria que eu tivesse citado algum autor!!!

ORAS… Desde quando eu sou obrigada a citar alguém em um artigo???????????? Eu acho que eu me bastei nesse artigo, oras! Se precisasse citar alguém para dar respaldo à minha linha de pensamento, citaria. Mas não quis, pow!

Aí vai o artigo pra quem tiver paciência de ler:

Até onde as informações na WEB 2.0 são confiáveis?

web2

Marivone Vieira[1]

A Bíblia é historicamente confiável? Há indícios arqueológicos para todos os fatos relatados? Um escrito determinado a defender uma específica visão religiosa realmente pode ser digno de confiança? Nascida sob o seio de uma família católica, tendo enfrentado a Educação de uma escola de fundamentação Batista até a terceira série do primeiro grau e de uma escola católica da 4ª série até a graduação no Ensino Médio, não foi fácil assimilar os questionamentos levantados no início desse parágrafo durante a infância e acreditar, hoje, a partir de concepções balizadas ao longo dos meus 26 anos, que as respostas para tais perguntas são: depende, não e não. Muitos amigos meus responderiam o mesmo. No entanto, conheço pessoas para as quais as respostas seriam: sim; irrelevante, mas não, e sim.

Agora, imaginemos que essas mesmas perguntas fossem feitas a pessoas no século XIII, abraçadas pela Idade Média. Alguma dúvida de que todas as respostas seriam “sim”? Não, certo? E, de onde vem tanta diferença? De uma simples questão: os meios de produção e compartilhamento de conhecimento e bens intelectuais, assim como a garantia de direitos de livre expressão, associação, crença, entre outros, hoje, permitiram que o conhecimento humano se tornasse mais diverso, aberto, suscetível a questionamento e debate. Ou seja, os conhecimentos humanos estão cada dia mais próximos de se tornarem o subproduto direto e horizontal da inteligência coletiva e não, como a história acostumou a observar, subproduto vertical proveniente do clero, dos senhores feudais, da realeza, da burguesia, de quem tivesse poder econômico suficiente para fazer imperar a sua verdade ou, apenas, da ignorância, da falta de Educação.

O jornal foi a primeira grande invenção a abalar o que conhecemos por “informação confiável” – aquelas que provinham ninguém sabe direito de onde, mas geralmente estava inserida em algum livro antigo, escrito por pessoas há muito falecidas, mas que se sabia terem vasto conhecimento (Ou por Deus, se utilizando do homem, como no caso da Bíblia – tsc, tsc). Geralmente, essa informação confiável excluía o conhecimento popular, os estudos de novos pesquisadores, as idéias contrárias ao pensamento dominante, intituladas de subversivas, entre outras. Por sua estrutura, o jornal, como só atingia os letrados, ainda não foi capaz de provocar uma transformação tão grande na disseminação de conhecimento.

O rádio e a televisão, cujo conhecimento das letrinhas é irrelevante para sua apreciação, esses, sim, causaram o abalo no sistema nervoso dos detentores do conhecimento. Não é difícil lembrar, por exemplo, que, enquanto determinados setores ainda culpavam os homossexuais pela disseminação do vírus HIV, a televisão passou a informar dados sobre os cada vez mais altos índices de contágio entre mulheres casadas e idosos. E as pessoas se perguntavam: onde está a informação confiável? Foi a televisão quem primeiro apresentou o mundo aos mundos: os brasileiros se assustaram com as semelhanças entre seu país e outros lá do outro lado, no continente africano, assim como se encantaram com imagens da Europa, das Américas, da Oceania, tão diferentes da América do Sul. Existiam várias e bem diferentes religiões, cores, crenças, costumes, sistemas de trabalho, certo? Sim, existia.

Movidos pelo mercado, pela necessidade de manterem atividades profissionais, gerarem renda, as tevês e rádios também necessitavam moldar suas verdades, a fim de cativarem seus ouvintes/telespectadores. Essas verdades, por sua vez, nem sempre condiziam com as verdades dos outros envolvidos nos fatos narrados. Quem não se lembra da Guerra do Iraque? Das imagens da Rede Globo que mais se pareciam com uma partida de um joguinho do Atari? Querem saber o que me lembro da guerra da TV? De uma tela verde e traques de massa ‘papocando’. Só isso. Outra coisa que lembro essencialmente sobre a guerra foi que a transmissão dela me jogou imediatamente à internet para buscar mais informações sobre os envolvidos.

Se antes eu só tinha a informação da TV, mais rápida que a dos livros, mas que não me abria margem para o esclarecimento de dúvidas, por sua via de mão única, agora, o que tava sendo mostrado na TV, já tinha blogs, wikis, fóruns e redes sociais (a WEB 2.0) que poderiam me sanar qualquer dúvida. E foi assim que primeiro notei a WEB comandando minha vida, me explicando pacientemente, por meio de diversas fontes, o que eram xiitas, talibans, jihad (que não é Guerra Santa, como ainda defende a Rede Globo), mulçumanos, entre outros.

Algumas respostas…

Antes de tudo, com a WEB 2.0, todos têm a possibilidade de produzir a sua verdade, as instituições e as pessoas, sendo pagas ou não, com os mais diversos interesses e objetivos. No dia 30 de maio de 2009, sim, um dia desses, eu fiz a minha parte. Ao acessar a Wikipédia para ler mais sobre o deputado Federal Jackson Barreto (PMDB/SE), meu conterrâneo, às 15h, observei a seguinte frase: “Jackson Barreto de Lima (Santa Rosa de Lima, 6 de maio de 1944) é um piadista brasileiro, atualmente filiado ao PMDB. É formado em Direito…”. Sim, lá estava a palavra piadista relacionada ao político sergipano. Eu, amiga pessoal do assessor de Comunicação do mesmo, informei o ocorrido. Hoje, dia 31 de maio de 2009, às 8h52, na Wikipédia a frase se apresenta da seguinte forma: “Jackson Barreto de Lima (Santa Rosa de Lima, 6 de maio de 1944) é um político brasileiro, atualmente filiado ao PMDB. É formado em Direito…” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Jackson_Barreto). Quais os meus interesses? Proteger o emprego do meu amigo, em primeiro lugar; proteger a imagem do deputado, em segundo, e afastar o crime que foi cometido contra o deputado, que, mesmo tendo lá seus defeitos, não gostou nada de ser chamado de piadista.

No início desse ano, fazendo uma pesquisa sobre os movimentos separatistas existentes no Brasil, li também na Wikipédia que Irton Marx, político e ativista gaúcho, líder do Movimento pela criação da República dos Pampas, país que seria formado pela separação do Rio Grande do Sul do restante do Brasil, seria nazista e racista, algo que contradizia a informação que obtive ao ler o seu livro “Vai Nascer um País Novo: República do Pampa Gaúcho” e também que contradizia a decisão judicial que o isentou de qualquer imputabilidade jurídica relacionada ao provável ilícito penal. Hoje, a Wikipédia diz outra coisa sobre Irton Marx. Não sei quem foi o responsável pela mudança ou denúncia, mas lá ainda está a referência à tal matéria do Fantástico, da Rede Globo de Televisão, que levou Irton Marx ao banco dos réus. Por acaso, se encontrássemos informações como essas em livros, em jornais e na televisão, qual seria a extensão de nossa interferência? Quase nenhuma.

Sendo assim, pergunto: as informações na WEB 2.0 são historicamente confiáveis? Há fontes seguras de todos os verbetes e informações contidas na WEB 2.0? Escritos a partir de pessoas das mais diversas com os mais diversos interesses podem realmente ser dignos de confiança? Como qualquer bom jornalista treinado, o que sei apenas é que uma única fonte não é confiável o bastante. Nunca. Fazendo um estudo, realizando um trabalho escolar ou apenas inserindo uma palavra no Google para tirar uma dúvida, sei bem que capturar uma única resposta, de uma única ferramenta da WEB 2.0, pode colocar qualquer um em apuros. Ou seja, a alma do negócio, como sempre foi, é garimpar as mais diversas respostas (ou semelhantes, porque não?) e chegar àquela que mais se acreditar ter satisfeito o seu objetivo. A questão não é saber se as informações na WEB 2.0 são confiáveis. A questão é saber a quantas mais fontes teremos acesso no futuro. Espero que mais e mais, já que tudo é relativo e toda história tem vários lados.


[1] Jornalista e assessora de Comunicação, pós-graduanda em Comunicação Empresarial pela Universidade Gama Filho. marivone.vieira@gmail.com

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